terça-feira, 16 de junho de 2020

BOI

BOI reúne poemas e letras de música que o poeta Celso Borges escreveu, principalmente, nos últimos dez anos. Obra tem o projeto gráfico de Isis Rost e faz parte da coleção Livrinho também é livro, da editora Passagens.

O poeta e letrista Celso Borges homenageia o boi do Maranhão no primeiro ano em que essa manifestação não estará nas ruas e arraiais da cidade, por causa da pandemia do corona vírus.

“Este livrinho nasce dessa não voz, ou da poesia dessa voz na memória, ou do afeto que vislumbro a partir da falta do boi e suas zoadas essenciais”, afirma o escritor que tem ligação com o bumba-meu-boi desde criança, quando via e ouvia os grupos se apresentarem em frente à sua casa, no Largo de São João, centro da cidade.



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BOI


domingo, 17 de maio de 2020

O Declínio da Narrativa


Observação concisa acerca de um texto clássico de Walter Benjamin, O Narrador (1936), enfatizando como o cotidiano de choques sensoriais vivenciado nas grandes cidades do mundo moderno transforma a experiência coletiva e tem impactos sobre a memória e as formas de narrar, estabelecendo o predomínio da informação. Ilustrado principalmente através de pintores impressionistas, os primeiros a representarem a fugacidade da experiência na metrópole, é mais um volume da coleção Livrinho também é Livro, da Editora Passagens. Disponível para download gratuito no link abaixo.
O DECLÍNIO DA NARRATIVA

domingo, 3 de maio de 2020

Rua Morta


Rua Morta, de Luís Inácio Oliveira, inaugura a coleção Livrinho também é livro, com poema inspirado numa fotografia antiga de rua do centro de São Luís. 

Livrinho também é livro – coleção da editora Passagens, coordenada por Isis Rost e Celso Borges, voltada para edição de poemas, contos ou pequenos ensaios, disponibilizados gratuitamente em formato e-book, com tiragem impressa limitada.

Confira!  

  Link para Download:
RUA MORTA


sábado, 25 de abril de 2020

BREU - Ensaios Poéticos





Pequenas reflexões poéticas 
escritos entre 2006 e 2013. 

A peculiaridade da edição foi a mistura de obras de arte aos ensaios, provocando interpretações polissêmicas no leitor. 


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BREU

terça-feira, 24 de março de 2020

CENAS MARGINAIS

O que são estes textos? Difícil precisar. Sua principal característica é o uso de falas e cenas retiradas de vários filmes. O autor ou "colador" utiliza a reciclagem e a simulação para criar zonas de indiferenciação entre recriação e cópia, análise e deturpação. O pensamento encampa o efeito estético, sempre próximo ao ritmo e a forma dos filmes, à procura de outros ângulos interpretativos, misturando informações para configurar uma série de Cenas Marginais, cujo pano de fundo eram os sinais do desmanche da formação nacional. A virulência iconoclasta de Glauber Rocha, Rogério Sganzerla e Júlio Bressane captada numa combinação de fragmentos. Um convite a rever momentos importantes do cinema experimental e do cinema de poesia brasileiros, toda a sua atualidade temática e liberdade estética. Agressividade, ironia e muita colagem. O delírio em imagens óbvias. Bom apetite, o lance é esse! 

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CENAS MARGINAIS


quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

NAVILOUCA

Revista Navilouca 

Percebemos que a Navilouca que circulava na web está com várias páginas faltando, então montamos este arquivo com todas as páginas fotografadas e na ordem correta. 
Todas as fotos estão em alta resolução. 

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Penúltima Página


"Lendo esta série de entrevistas do Vias de Fato, com personagens já tão familiares (Gildomar Marinho, Bruno Azevêdo, Celso Borges, Ricarte Almeida), noto que o amálgama comum a todos eles e a todas as interlocuções é na verdade a ponte cultural que interliga tudo: a curiosidade insaciável de Zema Ribeiro.

Do choro à literatura, do teatro ao boi, da arqueologia cultural à agitação geracional, dos cancionistas aos samurais da edição independente, esgrimindo doses precisas de rigor e senso dionisíaco, os textos nos levam ao bar e à academia, ao terreiro e aos velhos cinemas Éden e Roxy, aos becos e às festas de reggae.
Principalmente, as entrevistas remontam um cenário cultural e social que se mostra imprescindível para compreender a parabolicamará que move o Maranhão, sua antena particular de compreensão do universo pelo filtro da poesia, da linguagem. As políticas da perseverança e da honestidade intelectual permeiam tudo, da compreensão profunda de Ricarte (“As pessoas vivem e morrem à míngua”) à visão cósmica de Celso Borges, leitor de coisas intangíveis, como a revista Coyote.
Haicais e boutades escorrem desses saborosos textos. “Eu não conserto versos por conveniência”, decreta Gildomar Marinho. É uma complexa teia de análise, mas, por um motivo de puro mistério, não é possível, na leitura dos textos, dissociar política de música, literatura de combate, visionarismo de consciência.
Leia e seja mais um destrambelhado conosco."

Jotabê Medeiros

Link para download gratuito do e-book:

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