quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

NAVILOUCA

Revista Navilouca 

Percebemos que a Navilouca que circulava na web está com várias páginas faltando, então montamos este arquivo com todas as páginas fotografadas e na ordem correta. 
Todas as fotos estão em alta resolução. 

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Penúltima Página


"Lendo esta série de entrevistas do Vias de Fato, com personagens já tão familiares (Gildomar Marinho, Bruno Azevêdo, Celso Borges, Ricarte Almeida), noto que o amálgama comum a todos eles e a todas as interlocuções é na verdade a ponte cultural que interliga tudo: a curiosidade insaciável de Zema Ribeiro.

Do choro à literatura, do teatro ao boi, da arqueologia cultural à agitação geracional, dos cancionistas aos samurais da edição independente, esgrimindo doses precisas de rigor e senso dionisíaco, os textos nos levam ao bar e à academia, ao terreiro e aos velhos cinemas Éden e Roxy, aos becos e às festas de reggae.
Principalmente, as entrevistas remontam um cenário cultural e social que se mostra imprescindível para compreender a parabolicamará que move o Maranhão, sua antena particular de compreensão do universo pelo filtro da poesia, da linguagem. As políticas da perseverança e da honestidade intelectual permeiam tudo, da compreensão profunda de Ricarte (“As pessoas vivem e morrem à míngua”) à visão cósmica de Celso Borges, leitor de coisas intangíveis, como a revista Coyote.
Haicais e boutades escorrem desses saborosos textos. “Eu não conserto versos por conveniência”, decreta Gildomar Marinho. É uma complexa teia de análise, mas, por um motivo de puro mistério, não é possível, na leitura dos textos, dissociar política de música, literatura de combate, visionarismo de consciência.
Leia e seja mais um destrambelhado conosco."

Jotabê Medeiros

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PENÚLTIMA PÁGINA

domingo, 7 de abril de 2019

O Risco do Berro - Torquato, neto Morte e Loucura

"O Risco do Berro é voo rasante sobre a vida e a obra de um nome central da contracultura. O piauiense Torquato Neto foi um dos ícones da Tropicália e da cultura marginal forjadas nos anos de chumbo, o momento mais duro e repressivo da Ditadura Militar.
Com muita inventividade, sacação e ironia, Isis Rost encarna a figura múltipla de Torquato, através de suas falas, escritos e imagens, para oferecer uma visão multifacetada do artista. Destacando dois signos fortes do momento, a morte e a loucura, mostra como estavam inscritas na trajetória de Torquato para além das determinações do período.

Colada no ideal contracultural, da transgressão, Isis fere os cânones consagrados, flerta abertamente com as apropriações e colagens, tão presentes no período, para montar seu painel com obsessiva pesquisa iconográfica e ousada diagramação, intuitivamente inspirada na Navilouca, a lendária revista em edição única programada por Torquato e Waly Salomão.


Tudo isso propicia um mergulho no universo dos “anos loucos”, de 67 a 72, quando o poeta, letrista, crítico de cultura e entusiasta de primeira hora do cinema marginal e do desbunde, consuma a própria sina, cuidadosamente tecida em versos, prosa e imagens. Berro ensandecido para saudar a figura indomável de Torquato, o livro é uma lufada de criatividade a desafi(n)aro bom mocismo acadêmico destes tempos tão obtusos.”


Flávio Reis



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O RISCO DO BERRO



sábado, 6 de abril de 2019

RUMINAÇÕES: Cultura e Política

Ruminações é uma coletânea de artigos sobre cultura e política escritos entre 2013 e 2016, quase todos publicados no jornal Vias de Fato. De certa forma, é uma continuação de Guerrilhas, livro de artigos publicado em 2012.

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RUMINAÇÕES: Cultura e Política

VAIA DE BEBO não vale!

Tom Zé é um capítulo especial quase extraído dos anais da música popular brasileira. Autor inventivo, afeito a experimentos sonoros, prolífico e extremamente irreverente, foi “enterrado vivo”, como ele mesmo diz, após a explosão do tropicalismo, na virada para os anos 70.
(...)
O livro que você tem em mãos é resultado de um olhar sobre um determinado momento da cultura brasileira e seus desdobramentos ocorridos nas entranhas do tropicalismo musical, levando cada um dos seus integrantes a seguir caminhos distintos em suas trajetórias artísticas e nas relações com o mercado da indústria fonográfica. 

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VAIA DE BEBO não vale!